segunda-feira, 24 de junho de 2013
"Eu. Eu sou errada. Eu escolho errado. Eu escolho a dedo. Eu acho que as coisas são como penso que deveriam. Eu me jogo. Me envolvo. Me dou. Me estrepo. Dou a cara pra bater. Me abro. Me entrego. Me fodo. Me ferro. Me queimo. Me desgoverno. Perco as estribeiras. Perco o chão. Perco tudo. Só não perco a identidade. Porque eu sou eu. Sem medo. Sem pé atrás. Sem crueldade. Sem ficar cheia de dedos. Sem covardia. Sem hesitação. Sem pensar muito. Sem nada. Apenas vou. Apenas sinto. Apenas sei. Apenas quero. E quero mesmo…"
domingo, 23 de junho de 2013
"Já digitei uma SMS enorme, e na hora de enviar eu apaguei ela toda. Já liguei para seu número, e quando começou a chamar eu desliguei. Já virei a noite chorando por sua causa, mas também já fiquei tão feliz por sua causa que nem conseguia dormir. Já te odiei tanto, mais tanto, que nem por isso consegui deixar de te amar. Já disse “se cuida” querendo falar “eu te amo”, e já mandei você sumir com o intuito de que ficasse. Já ouvi alguém gritar seu nome na rua, e ainda olhei pra todos os lados pra vê se te encontrava. Já vi filmes, ouvi músicas, assisti seriados só pra poder pensar em você, mas também já odiei tudo isso por me fazer lembrar. Já falei de você, xinguei você, pensei em você, quis matar você… Já fiz isso, fiz aquilo. E sabe de uma coisa? Eu faria tudo isso outra vez."
quinta-feira, 6 de junho de 2013
“Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre.”
segunda-feira, 3 de junho de 2013
"Uma das coisas que me assustam, não são as pessoas. É o tempo. Com o tempo, o coração rejeita amar a mesma pessoa. O tempo muda as pessoas. O destino não quer a mesma estrada. O abraço muda de posição. A cabeça altera os planos. Os brilhos perdem o seu encantamento. Com o tempo, que se esvai aos poucos, leva tudo de nós, tudo dos outros. O tempo ensina. Mas muitas vezes, o tempo fere. Muito mais do que pessoas."
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